Por vinhos mais ecológicos!

Por vinhos mais ecológicos!

Na década de 60, generalizaram-se na agricultura os herbicidas e outros produtos de síntese, para facilitar o trabalho e baixar custos de produção. Neste início de milênio, o homem começa e se preocupar com o ambiente e a viticultura passa por processos responsáveis pelo melhor aproveitamento da terra, fruto, fauna e flora. Saiba como o vinho que chega sua mesa contribui para essa nova fase no mundo dos vinhos!

A agricultura integrada

Convencional, este ramo da agricultura aceta utilizar todos os produtos à sua disposição para lutar contra as doenças e os parasitas. É baseado na razão, sentido de ser razoável em doses utilizadas, só empreendendo tratamentos quando úteis. Para ser qualificada,  uma centena de obrigações regulamentares, constituídas de “boas práticas, objetivamente respeitosas ao ambiente”, das quais cerca e 50 são específicas ao à viticultura. Certos órgãos impõem disposições segundo as quais se devem deixar as ervas crescerem nas vinhas para lutar contra a erosão dos solos, além de manter os tapumes vivos e as valas a fim de conservar em bom estado a fauna e a flora.

                                                                                 

A agricultura biológica

 

Segundo as medidas estatísticas da Agence Bio, da França, a viticultura biológica passou de menos de 500 propriedades ocupando 4.765 hectares, em 1998, para mais de 1900 ocupando 22.507 hectares em 2007. Certamente, isso só representa 2,8 do vinhedo francês, mas as superfícies foram multiplicadas por quatro em 10 anos, mostrando um bom avanço!

Os adeptos da cultura “bio” recusam-se a utilizar todos os produtos químicos convencionais, preferindo recorrer a tratamentos naturais ou prevenir as doenças por meio da melhor manutenção do vinhedo. Desde 1991 a regulamentação europeia em matéria de agricultura biológica refere-se unicamente às técnicas culturais, interditado todo produto químico fungicida, pesticida, fertilizante ou de síntese.

Tal método se baseia em três grandes pilares:

Nenhum pesticida: A fauna permite ao solo evoluir, transformar-se, regenerar-se. Assim, todos os pesticidas são proscritos, salvaguardar sua biodiversidade. Utiliza-se o enxofre e o cobre para lutar contra os insetos; as algas marinhas cicatrizam as feridas causadas ela decomposição. No entanto, a agricultura bio não tem solução pra tudo, e nem sempre se encontram soluções para doenças graves, que provocam morte dos caules da videira.

Nenhum adubo químico de síntese: a viticultura biológica não procura nutrir diretamente a planta, mas sustentar a fertilidade do solo e manter a sua atividade biológica. Isso é feito com compostos ou adubos verdes (trevo ou centeio) ou com adubos minerais (pó de osso pelo fósforo, estrume pelo potássio)

Sem herbicidas: Capina-se a erva ou pratica-se a semeadura de ervas.

Existe também uma extensão da agricultura biológica chamada biodinâmica, que envolve um elo muito mais significativo entre homem e terra. Siga nossas leituras a aguarde a apresentação dessa técnica aqui no nosso blog!