Roteiros Lusitanos: Porto e Douro

Roteiros Lusitanos: Porto e Douro

Atualmente, Portugal está em plena revolução, e surgem excelentes produtores em todas as regiões, sem exceções, tanto nas Denominações de Origem Controladas (DOC) quanto nas zonas de Vinho Regional. O enoturismo em Portugal é um dos mais fortes na Europa e vale muito a pena conhecer a região que envolve a DOCs Porto e Douro, no norte português. Viaje na nossa leitura e fique por dentro do nosso roteiro!

DOC Porto

O Porto é uma das regiões mais consagradas em Portugal. Ela nasce do segmento do Vale do rio Douro, no norte de Portugal. Ela cobre 250.000ha, mas apenas 45.000ha são realmente plantados. Distinguem-se três sub-regiões: Baixa Corgo, e Cima Corgo,  a oeste , e Douro Superior, a leste.

A Denominação Porto é a mais estritamente controlada no mundo, em cada etapa de sua produção. Os vinhos tiram seu caráter das condições geográficas locais com clima particularmente quente e seco. Somente os solos xistosos do vale do Douro e de seus afluentes têm o direito de produzir o Porto. As técnicas de vinificação e amadurecimento que modelam a diversidade dos estilos do Porto fazem dessa região apresentar duas grades famílias de vinhos tintos do Porto: Os Tawny, que envelhecem longamente em madeira por, no mínimo, 3 anos, podendo chegar a 40 anos; e os Ruby, dotados de um envelhecimento mais breve e cheios de cor e intensidade.

DOC Douro

A Denominação cobre a mesma área de produção da DOC Porto. Sempre se produziram vinhos secos, tintos e brancos no Douro para consumo local, mas eles são provenientes seja de excedentes de colheitas para o Porto, seja de uvas de qualidade inferior. Depois, algumas empresas de Porto compreenderam o potencial de produzir vinhos tintos secos de alto nível. A região tornou-se rapidamente uma referência também para esse tipo de vinho, que provém, cada vez com mais frequência, de vinhedos especialmente dedicados. Os vinhos do Douro utilizam o mesmo viveiro de cepas do Porto, entre as quais algumas dominam amplamente.

Os vinhos tintos (cerca de 80% da produção) apresentam estilos muito variáveis. Em geral, são coloridos, intensos em aromas capazes de suportar um bom amadurecimento em madeira. Os vinhos brancos são aromáticos e macios; os melhores oferecem um equilíbrio surpreendente com o frescor real e grau de álcool muito razoável.

O Douro, assim como as pontes que atravessam sua região, serviu como passagem de uma tradicional caracterizada pelo Porto, para abrir mercado no cenário português e mundial.

A Carpe Vinum recomenda aos apreciadores do vinho lusitano o Quinta de Ramozeiros 2008, marcado por seus taninos arredondados e com notas de madeira no fim da boca.

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